segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Meios de descobrir novas espécies

Alguns meios vão parecer cruéis, mas vitais para a conservação das espécies.


 https://bio-orbis.blogspot.com/2014/10/meios-de-descobrir-novas-especies.html

VAMOS DESCOBRIR...

Descobrir e matar animais interessantes

Embora questionável, o costume de capturar e matar espécimes para exibição em museus e coleções particulares existe há décadas. A maioria desses animais, no entanto, provém de populações pequenas e isoladas.

Foto: O zoólogo Wilmer Tanner posa ao lado de um tigre empalhado, exibido no Museu de Ciências da Vida da Universidade Brigham Young.
Em um artigo publicado na edição mais recente da revista Science, Ben Minteer e seus colegas da Escola de Ciências da Vida da Universidade Estadual do Arizona, afirmam que a captura desses espécimes pode prejudicar as populações de plantas e animais já enfraquecidas e contribuir para a extinção de espécies.

Capturar e manter o animal em cativeiro

Foto: A fêmea de um lóris-preguiçoso agarra-se a um braço humano.
Os pesquisadores capturam espécimes vivos para manter em laboratório, uma prática pouco recomendável. Os espécimes capturados podem não sobreviver à viagem ou não conseguir se reproduzir em cativeiro.

Coletar amostras, como penas e pelos

Um único item pode, muitas vezes, ajudar a diferenciar uma espécie da outra. Penas e pelos de animais podem permitir a identificação de novas espécies. Minteer e sua equipe declaram já terem coletado penas com essa finalidade.

Foto: Penas de pica-pau prontas para serem coletadas.
Comparar amostras de DNA

Foto: Químico da U.S. Customs and Border Protection analisa amostra de DNA
O DNA, presente até mesmo nas fezes, pelos e outras partes de animais, pode ajudar a revelar novas espécies. Ele também pode auxiliar os cientistas a monitorar de forma não invasiva a saúde de determinadas populações de animais, tanto na natureza como em cativeiro.

Coletar DNA dos próprios animais

O exame de DNA pode revelar a constituição genética dos animais. Minteer e sua equipe mencionam que “Para descobrir espécies e identificar espécies raras, as técnicas moleculares, como o recolhimento de células bucais para análise de DNA, são eficientes e provocam pouco ou nenhum dano para o animal”.

Foto: Coleta do DNA de um cachorro com um cotonete
Comparar fotos

Foto: Close de uma Vespa
Fotos de alta resolução são utilizadas, atualmente, para a identificação de espécies. As imagens podem capturar detalhes surpreendentes de um organismo, como na foto acima. Minteer e seus colegas explicam que esta técnica ajudou pesquisadores a descobrirem uma nova espécie de pássaro na Índia, o Bugun liocichla.

Comparar sons

Gravações do canto dos pássaros ou dos sons de outros animais também podem ajudar na identificação de espécies. Como no caso da comparação fotográfica, a qualidade da gravação ajuda a evidenciar as características distintas de cada espécie. Os cientistas também podem fazer análises usando um software que converte sons em padrões visuais e então compará-los aos padrões conhecidos.

Foto: Bugios vocalizando
Analisar extremos climáticos

Foto: Fontes hidrotermais superaquecidas abrigam organismos desconhecidos
Novas espécies são descobertas com frequência em locais muito frios ou muito quentes, como fontes hidrotermais submarinas ou icebergs. Numerosas bactérias e pequenas criaturas, por exemplo, foram encontradas vivendo próximas de “fumarolas brancas” ricas em nutrientes, como as da foto. A NASA dá atenção especial a esse tipo de pesquisa porque estuda a possibilidade de vida em planetas com extremos de temperatura.

Procurar em locais extremos

Locais remotos, como regiões montanhosas ou ilhas isoladas, também podem abrigar novas espécies. Normalmente, quando diversas espécies de animais são descobertas em uma única exploração, os locais estudados são pouco acessíveis e não foram suficientemente estudados anteriormente.

Foto: Monte Everest
Pesquisar coleções de museus

Foto: Rã-Golias conservada no Museu de História Natural de Harvard
Os museus estão cheios de espécies que ainda não foram descobertas. Isso ocorre por que, antigamente, os naturalistas coletavam espécimes incomuns (ver primeira figura) e os levavam para os museus ou colecionadores. Muitos espécimes estão escondidos em gavetas ou outros locais de armazenamento.

Lorna Steel, curadora do Departamento de Paleontologia do Museu de História Natural de Londres, disse ao Discovery News que “é ótimo ver coleções antigas sendo reexaminadas, pois isso demonstra o valor científico das coleções dos museus”.

Fonte: Discovery Brasil

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10 novas espécies descobertas em 2014

 https://bio-orbis.blogspot.com/2014/09/10-novas-especies-descobertas-em-2014.html


Novas espécies - World Wildlife Fund (WWF)

 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2015/10/novas-especies-world-wildlife-fund-wwf.html


 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2015/08/nova-especie-de-tatuzinho.html


 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2015/08/planta-carnivora-mineira.html


 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2015/04/nova-especie-de-macaco-e-descoberta-na.html


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