segunda-feira, 15 de junho de 2015

Conheçam o bebê do gelo

Um pequenino mamute em perfeito estado de conservação emerge do seu confinamento congelado, dando novos dados e informações sobre a vida desses incríveis animais extintos.

A antiga carcaça começou a degelar durante um exame no Museu de Shemanovsky, em Salekhard, na Sibéria.

VAMOS DESCOBRIR...

Um fóssil de mamute bebê foi descoberto em 2007, numa manhã de Maio, na península de Yamal, no noroeste da Sibéria por um pastor de renas do povo nenets, chamado Yuri Khudi, e três dos seus filhos.

Foi de seu grande espanto terem descoberto tal fóssil, uma vez que, Yuri já vira muitas presas de mamute, no entanto nunca tinha visto algo em tão perfeito estado de conservação. À excepção das unhas e do pelo, estavam intactos.

Yuri, juntamente com um amigo seu, contactaram um museu local, para levarem o fóssil.

Crê-se que "Lyuba" (o nome que foi atribuído ao fóssil), pertence à espécie Mammuthus primigenius, parente próximo dos elefantes atuais. Na região da Sibéria onde este fóssil foi descoberto, em uma zona repleta de vestígios e restos de mamutes-lanudos.

No tempo dos mamutes, a paisagem da maior parte do seu território era muito diferente das charnecas estéreis e da tundra pantanosa que hoje rodeiam o rio. A atmosfera era mais seca, a nebulosidade era limitada e ventos fortes varriam os céus.

O perfeito esta do de conservação de Lyuba permitiu obter informações acerca da dieta, estado de saúde e ambiente em que o mamute viveu. A análise do fóssil não permitiu que a verdadeira causa de morte fosse apurada.


No entanto, crê-se que o pequenina morreu sufocada com lama ou afogada. O corpo foi imediatamente depositada numa mistura de argila e silte a baixa temperatura, desencadeando um processo que a preservou por mais de 40 mil anos.

Por fim, os pré-molares e as presas de Lyuba revelaram que ela nascera no final da primavera e que tinha apenas um mês de vida quando morrera.

Voltará o mamute a caminhar?

A descodificação de 70% do genoma do mamute em 2008, gerou a esperança que um dia a espécie possa ser trazida de volta à vida.

Ainda subsistem limitações, mas as novas tecnologias e a proximidade genéticas entre os mamutes e os elefantes atuais indicam o possível sucesso da experiência. Vejam um esquema abaixo:

Informações retiradas e modificadas a partir da revista: "National Geographic" de Maio de 2009; Número 98
Fonte: National Geographic Brasil

QUE INCRÍVEL HISTÓRIA DESSE PEQUENINO MAMUTINHO. MAS NÃO VAMOS PARAR AGORA, SENDO QUE TEM MUITO MAIS AQUI EM BAIXO PRA VOCÊS, É SÓ CLICAR NOS TÍTULOS OU NAS IMAGENS PARA ACESSAR OS LINKS:

Conheçam o Mamufante (mamute + elefante)

 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2015/08/hibrido-mamufante-mamute-elefante.html


Mamutes: extintos por vegetações?

 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2014/02/mamutes-extintos-por-vegetacoes.html


 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2013/12/de-volta-vida.html


 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2016/07/os-super-carnivoros-do-pleistoceno.html


 https://bio-orbis.blogspot.com/2014/12/mastodontes-desapareceram-da-beringia.html


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