terça-feira, 18 de agosto de 2015

Biologia da conservação e a prevenção da extinção das espécies

Substâncias químicas na água, alterações no habitat e exploração dos recursos naturais estão entre os principais fatores da perda de biodiversidade animal.

Mata Atlântica. Foto: Marcelo Krause / SOS Mata Atlântica


Exploração dos recursos naturais, alterações no habitat e presença de substâncias químicas nos rios e mares são fatores que provocam a extinção de espécies animais.

Como alternativa para sanar este problema que ameaça o planeta, entra em cena a Biologia da Conservação, uma disciplina multidisciplinar composta por áreas como Ecologia, Biologia de Populações, Antropologia, Genética e Taxonomia, dentre outras.

Os principais objetivos desse estudo científico são identificar os principais efeitos das atividades humanas sobre as espécies, ecossistemas e comunidades, e desenvolver um plano de prevenção dos impactos e reintegração, para minimizar os efeitos.

Nesse sentido, são observados os seguintes fatores:

• Redução da população efetiva gerada pela exploração;

• Fragmentação do habitat das espécies;

Espécies invasoras que competem com o habitat;

• Extinção efeito em cadeia – quando o fim de uma espécie implica no fim de outras.

Aqui no Brasil, o Centro Brasileiro de Biologia da Conservação (CBBC), criado pelo Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê), compartilha desde 1998 experiências adquiridas em projetos de conservação e desenvolvimento sustentável.

Saira-Sete-Cores (Tangara seledon), pássaro em risco de extinção.
Uma das estratégias que tem dado certo na preservação da biodiversidade é a criação de Unidades de Conservação (UC), que fazem um monitoramento da região (espécies, comunidades e ecossistemas), em prol do desenvolvimento sustentável. No Brasil existem atualmente 1.762 UCS, o equivalente a 1.527.213 km.

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