quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Pesquisa australiana relaciona plantas ao aumento da produtividade no trabalho

Realizado pela Universidade de Queensland, o estudo descobriu que um escritório decorado com plantas pode aumentar em até 15% a produtividade dos funcionários.

 https://bio-orbis.blogspot.com/2014/12/pesquisa-australiana-relaciona-plantas.html

VAMOS DESCOBRIR...

Um dos maiores problemas dos chefes sempre foi conseguir motivar e aumentar a produtividade de seus funcionários. Neste cenário, é fácil de imaginar que a solução seja investir em um ambiente de trabalho cercado por gadgets com tecnologia de ponta e escritórios bem decorados com móveis bonitos para as pessoas se sentirem bem.

Porém, uma pesquisa realizada pela Universidade de Queensland, na Austrália, mostrou que o caminho é outro. O estudo descobriu que um escritório decorado com plantas pode aumentar em até 15% a produtividade dos funcionários.

Segundo o professor da Universidade de Queensland e co-autor da pesquisa, Alex Haslam, fazer com que o escritório fique mais “verde” deixa os funcionários mais envolvidos fisicamente, mentalmente e emocionalmente com seus trabalhos. O estudo ainda constatou que essa medida melhorou a satisfação e a qualidade de vida dos empregados.

A pesquisa foi feita em parceria com as universidades de Cardiff, Exeter e Groningen e comparou os resultados de observações em ambientes de trabalho com e sem plantas no Reino Unido. Os pesquisadores monitoraram os níveis de produtividade dos empregados por dois meses e também entrevistaram as pessoas para saber suas percepções sobre a qualidade do ar, concentração e satisfação no ambiente.

Como resultado, os trabalhadores se mostraram mais satisfeitos quando rodeados por plantas e afirmaram ter percebido melhor qualidade no ar. Assim, de acordo com o professor Haslan, as descobertas desafiam filosofias empresariais modernas que sugerem que um ambiente enxuto traz mais produtividade.

“Os escritórios modernos ficaram mais enxutos para criar ambientes mais espaçosos. Nossas descobertas questionam essa teoria difundida de que menos é mais. Às vezes, menos é apenas menos”, disse, em entrevista ao site UQ News, da Universidade de Queensland.

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