terça-feira, 4 de novembro de 2014

Os dez melhores alimentos para o cérebro

A alimentação é fundamental para uma vida saudável e com uma mente forte. Mas para ter boa forma física, como dizem, a saúde entra pela boca.


 https://bio-orbis.blogspot.com/2014/11/os-10-melhores-alimentos-para-o-cerebro.html

VAMOS DESCOBRIR...

O cérebro dos estudantes que estão voltando às aulas se beneficia com as substâncias químicas encontradas em determinados alimentos. Há muitas opções saborosas para jovens em idade escolar, mas não limite as limite à cantina da escola. Esses alimentos ajudam o cérebro a funcionar melhor em todas as pessoas, não só em jovens estudantes.

Pimenta chile

Uma pimenta chile bem ardida pode aumentar o estado de alerta durante a época de provas, sem a agitação e a insônia geradas pelo consumo de café. Além de substituir o espresso, as pimentas, tanto as adocicadas como as fortes, também fornecem uma das maiores doses de vitamina C.

Fonte da imagem: discovery.

As células nervosas precisam da vitamina C para funcionar. Ingerir frutas ricas em vitamina C melhora o humor em seis semanas, segundo um estudo recente publicado na revista Human and Clinical Nutrition.

Sementes de maconha

 

Fumar maconha não ajuda a memorizar as matérias para as provas, mas as sementes da planta fazem o cérebro funcionar melhor. Elas contém ácido-alfa-linolênico (ALA), que contribui para a produção das membranas celulares do cérebro, bem como a mielina, a substância química que reveste as células nervosas e acelera a transmissão de sinais elétricos.

Fonte da imagem: discovery.

Muitas outras sementes, como as de chia, linho e avelã, também são ricas no ácido-alfa- linolênico, assim como a erva beldroega.

Batata

 

O cérebro consome grande parte da energia do corpo, absorvendo cerca de 20% das calorias que um adulto ingere - e cérebro das crianças consome ainda mais. Manter um nível adequado de glicose no sangue estabiliza o fluxo de energia para o cérebro. Níveis saudáveis de glicose ajudam na formação das memórias, segundo décadas de pesquisas publicadas na revista Neuroscience & Biobehavioral Reviews.

Fonte da imagem: discovery.

Alimentos ricos em amido, como a batata, fornecem uma fonte de energia constante e de liberação lenta, já que seus carboidratos se decompõem mais lentamente que os açúcares simples, contidos nos doces.

Abóbora

 

O ferro bombeado pelo sangue transporta o oxigênio para as moléculas de hemoglobina. Uma porção de abóbora com sementes amassadas fornece a dose diária desse elemento essencial.

A deficiência de ferro reduz o suprimento de oxigênio no cérebro, além de afetar a produção de neurotransmissores, substâncias químicas essenciais para a comunicação entre as células nervosas.

Fonte da imagem: discovery.

Os sintomas de deficiência de ferro incluem irritabilidade, falta de concentração e perda de memória. A deficiência de ferro no tálamo, uma parte do cérebro, pode contribuir para o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), segundo um estudo publicado no ano passado no World Journal of Biological Psychiatry.

 

O aminoácido triptofano está relacionado a diversas funções cerebrais, como o sono, a sensibilidade à dor e o controle do humor. Um experimento publicado na revista Psychopharmacology descobriu que a deficiência de triptofano reduz a capacidade de detectar expressões faciais, como medo, alegria, tristeza e aborrecimento.

Fonte da imagem: discovery.

O corpo humano não consegue produzir o triptofano, que precisa ser ingerido. Uma boa opção são os ovos, ricos nesse aminoácido indispensável.

 

Em um episódio dos Simpsons, uma paródia dos filmes educativos dos anos 50 imaginava como seria o mundo sem o zinco. “Volte, zinco!”, gritava um jovem preso em um mundo sem telefones, baterias de carro, armas e muitas outras coisa feitas de zinco.

Fonte da imagem: discovery.

Até mesmo o cérebro depende do zinco, que desempenha um papel importante na comunicação entre os neurônios e o funcionamento interno das células nervosas. Níveis baixos de zinco podem contribuir para a morte de neurônios associada a derrames, epilepsia e Alzheimer, de acordo com um estudo publicado no Journal of Neuroscience. As ostras contêm uma grande quantidade de zinco, e para os vegetarianos, o trigo é uma boa fonte.

Carne vermelha

 

A carne vermelha fornece a maior concentração de vitamina B12 entre todos os alimentos consumidos regularmente pelos norte-americanos, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Fonte da imagem: discovery.

Um estudo de neurologia descobriu que a deficiência de vitamina B12 pode estar relacionada a um volume menor do cérebro, distúrbios neurológicos, transtornos mentais e alterações químicas no sangue. A deficiência dessa vitamina deve ser detectada o quanto antes para evitar danos irreversíveis no sistema nervoso. Os sintomas incluem perda de memória, dor e sensações intermitentes nas extremidades dos membros.


Sair da biblioteca para tomar um pouco de sol ajuda o cérebro de um estudante, já que a pele sintetiza a vitamina D por meio da exposição à luz solar. A vitamina D protege os neurônios do hipocampo, a região do cérebro responsável pela formação das memórias.

Fonte da imagem: discovery.

A vitamina D também afeta o transporte de glicose para o cérebro, fundamental para o fornecimento de energia para o órgão.

Amêndoas

 

As amêndoas contêm alto teor de vitamina E. Essa vitamina protege o cérebro contra alguns efeitos do envelhecimento, além de desempenhar um papel na cognição, nos processos mentais que envolvem atenção, memória, aprendizado e outras funções.


Fonte da imagem: greenme.

Universitários jogadores de futebol, anotem: um estudo com ratos de laboratório sugere que a vitamina E pode evitar lesões cerebrais e dificuldades de aprendizagem depois de pancadas leves na cabeça. A revista científica Neurorehabilitation and Neural Repair publicou os resultados do experimento.

Sal iodado

 

Espalhar um pouco de sal iodado em sementes de abóbora, batatas assadas e outros alimentos bons para o cérebro proporciona benefícios adicionais.

Fonte da imagem: discovery.

A produção de hormônios na tireoide depende do elemento iodo. A deficiência de iodo causa bócio em adultos, uma inflamação grave na glândula tireoide. Fetos humanos têm um destino ainda pior devido à deficiência de iodo.

O termo “cretino”, hoje um insulto, originalmente se referia a uma pessoa que nasceu com deficiência de iodo e comprometimento da glândula tireoide. As pessoas que sofriam dessa condição nasciam com problemas físicos e mentais. Em geral, o sal de cozinha contém iodo para evitar esses efeitos adversos.

Fonte: Discovery Brasil

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Alimentos ameaçados de extinção?

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Ganho de cérebro

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