quarta-feira, 19 de março de 2014

Buraco negro: devorador de estrelas


Para Einstein, um buraco negro era algo tão insólito que nunca poderia existir. Einstein estava enganado.


 https://bio-orbis.blogspot.com/2014/03/buraco-negro-devorador-de-estrelas.html

VAMOS DESCOBRIR...

A nossa estrela, o Sol, vai ter um fim tranqüilo. Como o Sol é dotado de massa mediana em termos estelares, quando tiver consumido todo o seu combustível de hidrogênio, daqui a 5 bilhões de anos, as suas camadas mais externas vão se desprender e se dispersar, ao passo que o núcleo vai ficar cada vez mais compacto, até a estrela se tornar o que chamamos de anã branca – uma luz vagando no Cosmo.

Para uma estrela dez vezes maior do que o Sol, a agonia final é bem mais dramática. As camadas mais externas são ejetadas com violência. Ao mesmo tempo, o núcleo é comprimido pela força da gravidade até virar uma estrela de nêutrons, como uma bola de aço rodopiante com 20 quilômetros de diâmetro. Um pedaço do tamanho de um cubo de açúcar de uma dessas estrelas tem o peso equivalente a 1 bilhão de toneladas na Terra. A gravidade nelas é tão intensa que, se alguém deixasse cair ali um pedaço de marshmallow, o impacto iria gerar tanta energia quanto o de uma bomba atômica.


Todavia, isso não é nada se comparado à morte de uma estrela com 20 vezes a massa do nosso Sol. Se uma bomba atômica como a de Hiroshima fosse detonada a cada milésimo de segundo durante toda a existência do Universo, isso não seria equivalente à liberação de energia nos momentos derradeiros do colapso de uma estrela gigante. O núcleo estelar desmorona para dentro de si mesmo. As temperaturas chegam a 55 bilhões de graus Celsius. Não há como interromper a força esmagadora da gravidade. Aglomerados de ferro maiores do que o monte Everest são compactados e ficam do tamanho de um grão de areia. Os átomos são despedaçados em elétrons, prótons e nêutrons. E esses pedaços infinitesimais ainda são esmigalhados em quarks, léptons e glúons.

Fonte: National Geographic Brasil

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O que são ondas gravitacionais?

 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2017/02/o-que-sao-ondas-gravitacionais.html


Pesquisadores revelam origem da estrela mais veloz

 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2015/04/pesquisadores-revelam-origem-da-estrela.html


 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2015/05/nao-ha-supercivilizacao-alienigena-nas.html


 https://bio-orbis.blogspot.com.br/2014/04/dancando-no-escuro.html


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2 comentários:

  1. Mais rapaz! Não é que tem gente que tem a imaginação destrambelhada e escreve as visões loucas como se fossem verdade!

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    1. Não entendi seu comentário Samuel. Os buracos negros tem uma gravidade tão intensa e tão forte que nem a luz é capaz de escapar. Tornando assim ele até mesmo um devorador de estrelas.

      Abraços, Equipe BioOrbis.

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